7 DICAS PARA QUEM QUER SE TORNAR UM BOM EMPREENDEDOR

 

 

 

Um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso

 

Cada vez mais pessoas estão concretizando o sonho do próprio negócio. Em 2010, foram constituídas 1.370.464 empresas, o que revela um crescimento de 101% em relação a 2009, segundo dados do Departamento Nacional de Registros do Comércio (DNRC) da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) 

 

No entanto, apesar desse crescimento no número de negócios próprios, nem todas as pessoas sabem o que é preciso para se tornarem boas empreendedoras e, assim, se manterem no mercado. Não adianta, por exemplo, a vontade de trabalhar sem que se saiba usar a criatividade, ou disciplina na execução de tarefas sem um bom diálogo com os funcionários. 

 

Para o empresário Rogimar Rios, “um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso”.  

 

Além disso, o empresário dá outras dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor. Confira:

 

Saiba lidar com personalidades desafiadoras. Ouça-as com o coração e com os olhos, não somente com os ouvidos.

 

Tenha determinação e disciplina. Anote idéias e faça seu planejamento com dia, hora e local em que tudo deverá acontecer.

 

Seja inteligente, saiba usar o seu pensamento a seu favor. Seus pensamentos determinam a sua freqüência e seus sentimentos lhe dizem imediatamente em que freqüência você está. Quando se sente mal, você está na freqüência que atrai coisas ruins, prejudicando o alcance de suas metas.

 

Tenha meta e siga um método. Quando uma pessoa tem os dois, ela rompe barreiras.

 

Tenha fé, mas não deixe de agir para modificar a realidade. Vá do pensamento à ação.

 

Empreendedor deve encontrar, avaliar e desenvolver a oportunidadede criar algo novo.

Tire proveito do fracasso. Saiba usar a experiência sem sucesso em aprendizado.

 

 

 

 

VENDEDORES AMBULANTES DE BARCELONA CRIAM SUA PRÓPRIA MARCA DE PRODUTOS

Fonte: El Pais

Vendedores Ambulantes De Barcelona Criam Sua Própria Marca De Produtos
Vendedores Ambulantes De Barcelona Criam Sua Própria Marca De Produtos

 

Na Espanha, é fácil encontrar vendedores ilegais que oferecem seus produtos em cima de mantas no chão. Eles ficam com um olho na mercadoria, imitação ou diretamente roubada, e outro no horizonte, se a polícia chegar. Há décadas começaram a ser chamados, de forma bastante sarcástica, Top Manta (que vem de manteros, referência à manta que estendem sob os produtos): hoje, centenas deles formaram um grupo que chamam de Sindicato Popular de Vendedores Ambulantes de Barcelona (Sindicato Mantero, para simplificar). Esta manhã, o coletivo apresentou a marca com que os próprios vendedores vão comercializar seus produtos: camisetas, tênis, capas para celulares, bolsas.. Tudo sob a marca com que o sistema costumava usar para rir deles: Top Manta.

 

O Sindicato Mantero fez uma parceria com o coletivo de artistas brasileiros Opavivará, que já realizou diversas ações de apoio à venda ambulante ilegal na zona costeira do Rio de Janeiro e pretende fazer o mesmo em Barcelona defendendo o trabalho dos ambulantes. Opavivará começou uma campanha para reivindicar uma visão positiva dos vendedores ambulantes distribuindo cartões-postais onde eles aparecem.

 

O logotipo da marca é uma espécie de manta, semelhante a que os vendedores ilegais usam, com uma corda em cada uma das pontas para puxar e sair correndo. “Também queríamos que parecesse uma canoa que é o meio de transporte usado pela maioria para chegar à Europa”, diz Aziz Faye, um dos porta-vozes do sindicato. Faye está usando o primeiro protótipo de camiseta que eles querem vender. “Estamos fazendo testes de qualidade com o algodão, mas estamos contentes”, diz o porta-voz. “Desde que criamos o sindicato, em 2015, avançamos muito, mas ainda há muito a fazer e continuamos sendo vítimas da pressão policial que impede as vendas. Sem venda não podemos sobreviver”, diz Faye.

 

Eles ainda precisam encontrar fornecedor para as camisetas. Com os tênis não é tão complicado, são exatamente os mesmos que eles vendem atualmente nos cobertores com os logotipos da Nike ou Adidas. Até agora, os ambulantes compravam os tênis sem qualquer marca e, depois, colocavam os logotipos das marcas. Agora, vão colocar sua própria marca: Top Manta. Algo semelhante acontece com as capas de celulares ou as bolsas. “No futuro, também gostaríamos de editar histórias infantis”, afirma Aziz. Agora eles procuram financiamento para a nova marca. “Já temos quase todos os fornecedores. Estamos conversando com possíveis financiadores. O importante é que os ambulantes começam a vender os produtos Top Manta e deixem as camisetas e tênis de agora”, acrescentou Faye. A intenção do sindicato é que não possam ser acusados de crime contra a propriedade comercial ou de vender produtos falsificados. O calendário não está definido, mas querem instalar seus produtos nos mercados e começar a chegar aos cobertores de mais de 200 companheiros que vendem na cidade em questão de semanas.

 

Junto com Faye, os outros porta-vozes do sindicato Pape Diop, Lamine Sarr e Lamine Bethily eram modelos improvisados da nova marca de roupa. “Gostaria que na parte de trás da camiseta estivesse escrito nosso lema: Sobreviver não é crime”, diz Faye.

 

 

 

 

 

6 EMPRESAS BRASILEIRAS QUE SURGIRAM NA INTERNET

 

6 Empresas Brasileiras Que Surgiram Na Internet
6 Empresas Brasileiras Que Surgiram Na Internet

 

Fonte: Forbes Brasil

 

Não é de hoje que as empresas estão investindo no comércio online. Algumas delas, no entanto, já nasceram no mundo digital. De produtos voltados para pets a vinhos, oferecer serviços e produtos à distância de um clique tem sido também o objetivo de diversas empresas brasileiras.

 

Steal the Look

 

A plataforma foi criada em 2012 pelos sócios Manuela Bordasch, Catharina Dietrich e Arthur Chini, com o objetivo de integrar moda e tecnologia, e já contabiliza 2,2 milhões de acessos mensais. A ideia é oferecer curadoria, ou seja, conteúdos sobre looks e tendências fashion. Ao clicar em determinada peça, o usuário é redirecionado para a loja virtual que a comercializa. Recentemente o trio lançou o Steal The Look Shop, e-commerce próprio que já conta com mais de 40 marcas brasileiras no portfólio.

 

AMARO.COM

 

Lançada em 2013, a marca comercializa roupas e acessórios para o público feminino. Um de seus diferenciais é ser um e-commerce monomarca. Dois anos após o lançamento, passou a investir no mercado omni-channel, com a abertura dos Guide Shops. Os pontos de venda disponibilizam as peças para promover o contato presencial, mas os clientes não saem com os produtos da loja – a venda é finalizada de forma online e entregue na casa do comprador. E tudo de forma bem rápida: clientes de São Paulo recebem suas compras em até duas horas e meia.

 

Zarpo

 

A plataforma comercializa pacotes de viagens (trechos aéreos e terrestres) ou de hospedagens com valores “mais acessíveis” – que podem ser entre 20% e 50% menores do que os tradicionais – nos principais hotéis do Brasil e do mundo. Seus fundadores, os franceses Alexis Manach e Eloy Déchery, tem como foco principal o público A-B e oferecem serviços personalizados, como o mordomo Zarpo, que presta apoio antes e após da compra. Atualmente são mais de 5 milhões de sócios cadastrados. Em 2016, a empresa obteve receita de R$ 160 milhões, valor 85% maior do que em 2015. O ticket-médio dos pacotes é de R$ 3.500.

 

EVino

 

O e-commerce focado em vinhos foi criado em 2013 e tem como sócios Ari Gorenstein e Marcos Leal. Além de comercializar vinhos com preços menores, a plataforma realiza, periodicamente, vendas especiais com descontos maiores. Há, ainda, um setor focado em vinhos premium, com valores que chegam a R$ 400. O fundo de investimentos alemão Project A é um dos investidores da EVino.

 

SpoonRocket

 

O aplicativo pertence a Movile, mesma empresa proprietária do iFood. A diferença, porém, é que o SpoonRocket é focado na entrega de pratos de restaurantes com ticket médio mais alto. Toda a parte de logística e entrega é realizada pela empresa, desde o armazenamento do alimento até a escolha do portador – todos os funcionários passam por treinamento. O objetivo principal foi trabalhar com restaurantes mais sofisticados, que muitas vezes têm resistência para se filiar a um serviço customizado de entregas.

 

PetLove

 

O petshop online foi fundado em 1999 pelo veterinário Márcio Waldman. Atualmente oferece mais de 10 mil produtos cadastrados e já soma 90 mil clientes. Um dos diferenciais é o serviço de assinatura: o usuário pode escolher receber o mesmo produto diversas vezes em determinado período de tempo, sem precisar realizar novos pedidos. Quem opta por esta modalidade, ganha 10% de desconto no valor final da compra.

 

 

 

5 TENDÊNCIAS PARA O E-COMMERCE NOS PRÓXIMOS ANOS

O setor de comércio eletrônico no Brasil cresceu 9,23% neste ano. Veja as novidades que vão nortear o setor

Por Redação

e-commerce
e-commerce

 

O segmento de e-commerce brasileiro continua em expansão no país. Essa modalidade de comércio cresceu 9,23% e chegou a 600 mil lojas eletrônicas em 2017, segundo pesquisa sobre o setor. Os dados foram revelados por Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp., durante evento realizado nesta quinta-feira, 29/6, na sede do PayPal em São Paulo.

 

“Esse crescimento, embora menor que nos anos anteriores, mostra uma maior maturidade do e-commerce. O mercado está começando a estabilizar em uma média mais sustentável”, disse Rodrigues. “Essa maturidade é muito boa para o ecossistema com um todo”.

 

Tendências para o e-commerce
Gustavo Azevedo, gerente de acesso a mercados e serviços financeiros do Sebrae, falou sobre as novidades que devem nortear o setor de comércio eletrônico nos próximos anos. São cinco tendências que já estão sendo introduzidas por gigantes do varejo mundial como Amazon e Wallmart. Confira a lista:

 

1. Acesso mobile
Segundo os dados da pesquisa, 24,2% das lojas eletrônicas brasileiras possuem sites responsivos para mobile. Responsável pela maior parte do tráfico online, os aparelhos móveis se tornam um alvo obrigatório para os e-commerces que pretendem se tornar relevantes.

 

2. Mídias sociais como canal de comunicação
O uso de mídias sociais pelo comércio eletrônico alcançou 72,43% neste ano contra 60,71% de 2016. A utilização desse mecanismo de comunicação possibilita que lojas de menor escala possam desenvolver estratégias de divulgação adequadas para o seu tamanho. Campanhas cada vez mais elaboradas dentro das mídias sociais devem trazer mais clientes para as lojas.

 

3. Aplicativo próprio
Segundo Azevedo, essa é uma tendência mais voltada para o comércio eletrônico de alimentos. Cada vez mais se torna importante oferecer uma ferramenta própria para facilitar a experiência do seu cliente na sua loja pelo celular.

 

4. Sistema de clica e retira
Nesse modelo o cliente seleciona e paga um produto pelo site e depois retira o pedido em algum ponto físico. Essa tem sido uma saída interessante para grandes mercados, como o Wallmart. É uma opção que facilita a vida do cliente ao mesmo tempo que oferece uma experiência presencial diferente.

 

5. Convergência
Em busca de oferecer experiências diferentes, algumas empresas estão trabalhando para unir diferentes cenários na hora de fechar uma venda. O gerente do Sebrae deu como exemplo um produto da Amazon em que o cliente pode pedir roupas na sua casa para provar e depois decidir quais ele efetivamente vai comprar. As roupas que não interessarem podem ser devolvidas gratuitamente.

 

 

 

FORNECEDOR MAIS COMPETITIVO

Grandes empresas cobram cada vez mais conformidade com normas legais e boas práticas das empresas que fornecem insumos e serviços

Por G.Lab (Publieditorial)

Dicas para ser um fornecedor competitivo
Dicas para ser um fornecedor competitivo

Pequenas e médias empresas que almejam entrar no rol de fornecedores de grandes companhias devem estar preparadas. O nível de exigência de conformidade com normas legais e com boas práticas de governança corporativa é cada dia maior. Não se adequar a tais exigências é colocar em risco o crescimento da empresa.

 

O aumento no nível de exigências não acontece por acaso. Isso reflete uma cobrança mais rigorosa por parte da sociedade e das autoridades reguladoras sobre as empresas. Falhas de compliance dos fornecedores podem provocar passivos ambientais, queda de qualidade no produto ou serviço, prejuízos financeiros, danos de imagem e perda de certificação de qualidade para a empresa que contrata.

 

  (Foto:  )
 

Assim, uma companhia de grande porte deve responder não apenas pelo que acontece do lado de dentro de suas instalações. Para quem deseja se integrar ao arranjo produtivo das grandes indústrias, portanto, compliance se tornou uma palavra-chave. O termo, em inglês, pode ser traduzido para o português como “conformidade”. Na prática, isso significa o conjunto de disciplinas responsável por garantir o cumprimento das normas legais e regulamentares, as políticas e diretrizes de negócio da companhia.

 

  (Foto: Thinkstock)
 

REQUISITOS ESSENCIAIS
Cada empresa tem sua política de compliance, mas alguns itens são fundamentais para que o fornecedor não seja barrado pelos filtros de seus potenciais clientes. O primeiro passo é estar em dia com suas obrigações fiscais e previdenciárias. É preciso ainda estar enquadrado de forma correta na Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Um CNAE incoerente pode ser indício de que o fornecedor presta uma atividade para a qual não está habilitado legalmente.

 

O cumprimento rigoroso das obrigações trabalhistas também está entre
os pontos fundamentais. Passivos laborais do fornecedor podem vir a ser cobrados eventualmente de quem contrata o serviço. Além disso, há casos de empresas que sofreram prejuízo por contratar fornecedores que utilizavam mão de obra escrava ou trabalho infantil.

 

Outro fator importante é a aprovação e conhecimento dos eventuais subcontratados (terceirizados estranhos ao contrato) para aumentar o controle das regras de compliance e minimizar os riscos (veja gráfico abaixo).

 

  (Foto: Thinkstock)

 

DUE DILLIGENCE DE INTEGRIDADE
Desse modo, preço e qualidade deixaram de ser os únicos critérios que capacitam um fornecedor a se integrar ao processo produtivo de uma grande corporação. A seleção passou a incorporar novos elementos, com filtros mais rigorosos. A Petrobras, por exemplo, adotou o Due Dilligence de Integridade, que passou a ser obrigatório para todas as empresas que desejam se inscrever no cadastro da companhia.

 

Trata-se de um questionário aplicado junto com o cadastramento e avaliação dos fornecedores. A partir daí, verifica-se a integridade dessas empresas e seu histórico de relacionamento com a Petrobras e com o mercado. Informações financeiras, que já eram avaliadas, passaram a ser analisadas também da perspectiva de conformidade legal.

 

A nota final do fornecedor Due Dilligence influencia o resultado da seleção, de acordo com o edital em andamento. O processo é integrado a outras medidas de controle interno. A empresa tem feito treinamentos para funcionários que lidam com fornecedores externos, explicando os limites. Além disso, o canal de denúncias da Petrobras foi terceirizado, o que garante independência no encaminhamento de eventuais denúncias. Isso permite um relacionamento mais seguro com os fornecedores.

 

  (Foto:  Thinkstock)
 
 
 
 
 

5 DICAS do MCDONALD´S PARA EXPANDIR SUA MARCA MUNDO AFORA

POR MARIANA MISSIAGGIA

 

gestão pé no chão
gestão pé no chão

 

Acordos imobiliários, gestão pé no chão e dados mercadológicos são alguns dos princípios que orientam a abertura de novas lojas da rede

 

Seis décadas de operação, 70 milhões de clientes atendidos por dia, 2 milhões de funcionários, 40 mil restaurantes em 100 países e um faturamento de U$ 4,6 bilhões em 2016.Esses são os números da segunda maior franquia do mundo, a rede de fast food McDonald´s.Difícil encontrar alguém que não conheça a marca ou até mesmo o sabor dos lanches que vende.Da unidade do Shopping Itaquera, na zona leste, por exemplo, saem 69 mil Big Macs por dia e 29 toneladas de batatas por mês.

 

Mas, será que a receita de tanto sucesso está mesmo num molho secreto como muitos acreditam Alessandro Thiry, diretor de expansão do McDonalds, afirma que não. De acordo com o executivo, mais importante do que saber vender hambúrguer é escolher a esquina perfeita – esteja ela num calçadão, dentro de um shopping ou na avenida principal de uma cidade.

 

Thiry lidera todo o processo que determina onde serão abertas as novas lojas da rede, sejam elas franqueadas ou próprias. É a equipe de desenvolvimento e expansão quem projeta e se responsabiliza pelo faturamento dos 12 primeiros meses de cada nova unidade inaugurada.

 

THIRY, DO MCDONALD´S: À PROCURA DO PONTO PERFEITO

E embora o método possa parecer um tanto trabalhoso, o executivo afirma que se o planejamento for bem feito, não há com o que se preocupar. Nesta terça-feira (20/06), o porta-voz do McDonald´s fez palestra sobre a importância do planejamento na expansão do McDonald’s, durante a ABF Franchising Week, em São Paulo. 

 

1 ► ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA OPERAÇÃO PRÓPRIA

Com 20% das lojas em operação própria, Thiry vê de perto como é o dia a dia do franqueado e considera esse tipo de operação essencial para o setor de franchising. Isto é, o executivo aconselha que a empresa conheça o mercado em que atua para identificar suas vantagens competitivas, chances de crescimento e riscos a serem minimizados.

 

É a mesma equipe de desenvolvimento que define o novo ponto onde o restaurante será aberto e faz também a projeção de vendas, que decide se a operação será própria ou franqueada. Em todos os casos, o McDonalds compra ou aluga o terreno escolhido e constrói o restaurante,  tornando-se o único proprietário do imóvel, em vez de deixar isso a cargo do futuro empresário. Firma-se então, um contrato de locação entre franqueadora e franqueado. 

 

De acordo com Thiry, a principal razão pela marca optar por esse formato é para preservar a qualidade de localização, pois, naturalmente, alguns empresários acabam desistindo da operação depois de algum tempo. “Temos real noção da importância dos pontos que descobrimos e formamos. Custa muito caro, mas não podemos ficar a mercê de uma situção economica adversa”.

 

2 ► EVITE O FEELING

Apesar de considerar o fator intuitivo muito importante para a descoberta de um novo ponto, Thiry mostra que o processo precisa ser sobretudo racional. “Muita gente acha que McDonald´s vende em qualquer lugar, mas não é bem assim”. Os fatores decisórios para a expansão da rede passam sempre pela mesma ordem. O primeiro é a definição do público-alvo, pois a concorrência no fast food cresceu muito nos últimos anos.

 

Por isso, são levados em consideração dados mercadológicos e comparações de mercados. Em seguida, avalia-se a área de influência, que é o tempo máximo que uma pessoa estaria disposta a gastar em um percurso até a nova loja, e se determina a confluência das duas principais vias da área investigada.

 

E, por fim, consideram-se as características de acesso (como estacionamento, tamanho do imóvel, espaço para mesas) e visibilidade. “São muitos processos para que tudo fique somente no campo intuitivo”.  

 

3 ►ACOMPANHE OS HÁBITOS DE CONSUMO LOCAIS

Uma franquia que está presente em mais de cem países, e possui 800 lojas no Brasil, poderia estar facilmente em todos os estados brasileiros, mas não está. Acre, Roraima e Amapá são os três únicos estados onde a marca ainda não fincou sua logomarca. O executivo argumenta que os produtos não são aceitos da mesma forma em todos os lugares.

 

Além disso, a pesquisa de conjuntura econômica do setor de alimentação fora do lar divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é um dos nortes da companhia na decisão de expansão. “As taxas de captura são totalmente distintas. Por isso, a pesquisa de mercado é o melhor investimento para não errar”.

 

O desconhecimento sobre o funcionamento do sistema de drive-thru, por exemplo, ainda é comum em cidades do interior de Estados do Nordeste e do Norte do País. A dinâmica do autosserviço é outro fator a ser melhor explorado nessas pequenas cidades. Funcionários da rede já presenciaram clientes que aguardavam pelo atendimento na mesa da lachonete.

 

4 ► VÁ PARA ONDE SEU CLIENTE ESTÁ

Em 2016, a operação brasileira do McDonald´s aumentou a sua receita mesmo diante de um cenário econômico desafiador. O crescimento de 3% nas vendas em relação a 2015 resultou em faturamento correspondente a U$ 1,3 bilhão.  

 

Entre os fatores que mais contribuíram para esse resultado, de acordo com Thiry, estão a reformulação do cardápio, que agora oferece opções de lanches e sobremesas mais baratas e o bom planejamento de marketing. Além disso, o executivo considera que a marca tem se aproximado cada vez mais de seus clientes, literalmente falando. Em maio, a marca conduziu uma ação que inverte a ordem natural do serviço e fez com que os lanches chegassem até os clientes, em vez do oposto.

 

 

Como mostra o vídeo acima, um food-truck no formato de drive-thru rodou as ruas de São Paulo distribuindo casquinhas de sorvete para os pedestres e motoristas que tinham a sorte de cruzar o seu caminho.  “Queremos ser convenientes a qualquer cliente e não apenas nos moldes tradicionais”, diz. 

 

5 ► ACEITE O LIMITE FINANCEIRO DA OPERAÇÃO

De acordo com Thiry, muitos dos negócios que quebraram durante a crise, fecharam as portas porque não foram adeptos de uma gestão pé no chão, não souberam gerir bem o que tinham. De acordo com o executivo, o planejamento de expansão das redes deve obrigatoriamente projetar qualquer futura flutuação do mercado para não se tornar vulnerável.

 

“É natural, nós também fechamos, mas porque erramos no planejamento. E não porque o mercado ficou ruim a ponto de não suportar mais um restaurante”, diz.  “Quem fechou, fechou porque não planejou ou não analisou os dados mercadológicos, e não porque o desemprego cresceu”

 

 

 

IRMÃOS TOCAM HAMBURGUERIA DE 48 ANOS E FATURAM R$ 700 MIL

 

Dirigida pelos irmãos Aldo Zerbinatti Neto, Luís Fontes Neto e Osnir Zerbinatti, a Osnir Hamburger foi fundada em 1969

 
A Osnir Hamburguer foi fundada no dia 8 de maio de 1969 por Osnir Zerbinatti
A Osnir Hamburguer foi fundada no dia 8 de maio de 1969 por Osnir Zerbinatti

 

Muitas empresas nascem e não conseguem superar os seus primeiros anos de atuação. Outras vão perdurando e o fundador acaba passando o comando do negócio para os seus filhos. Este é o caso da Osnir Hamburger.

 

A hamburgueria foi fundada no dia 8 de maio de 1969 por Osnir Zerbinatti, hoje com 81 anos.

 

Localizada na Av. Jabaquara, zona sul de São Paulo, a hamburgueria completou 48 anos recentemente. Hoje, a empresa é dirigida pelos filhos do fundador: Aldo Zerbinatti Neto, Luís Fontes Neto e Osnir Zerbinatti.

 

“Eu fico na parte de compras, o Luís Fontes fica no escritório e o [Osnir Zerbinatti] Júnior é responsável pelo público. Somos sócios no negócio e temos uma ótima sintonia. E mesmo com a gente dirigindo o negócio, meu pai ainda trabalha todo dia com a gente”, diz o paulista Aldo Zerbinatti Neto, de 44 anos.
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A empresa cresceu bastante em seus 48 anos de existência. “Quando abrimos tínhamos dois funcionários. Hoje, são 60. De 14 lugares, temos 160 atualmente. O restaurante cresceu muito desde os tempos em que era um corredorzinho na Av. Jabaquara”, afirma Zerbinatti Neto.

 

A Osnir Hamburger procura manter a forma de trabalhar desde sua fundação. O local mantém o mesmo fornecedor de pães, a mesma receita do tempero e da maionese. “Enquanto abre várias dessas hamburguerias ‘gourmet’, eu acredito que os clássico, como o x-burguer, x-bacon e x-egg, ainda fazem sucesso. Trabalhamos muito com a tradição, conhecemos nossos clientes pelo nome. Algumas famílias já estão na sua terceira geração como clientes nossos”, diz o paulistano.

 

Apoiado em sua história e com algumas promoções, a Osnir Hamburger alcançou um faturamento de R$ 700 mil em 2017. O tíquete médio da casa é de R$ 45 reais.

 

Para os próximos anos, os donos estão de olho em expandir a oferta de delivery. “Até junho de 2018 queremos abrir uma loja exclusiva para delivery. Essa modalidade corresponde por 30% do nosso faturamento atualmente”, afirma Zerbinatti Neto.

 

 

 

10 RESPOSTAS ESSENCIAIS PARA QUEM QUER ABRIR UMA LOJA VIRTUAL

 

Você está começando a empreender e decidiu que seu primeiro negócio seria por meio da internet? Não está sozinho: o crescimento das receitas do comércio eletrônico no Brasil deve acelerar em 2017. Segundo o Sebrae, mais de 70% dos empreendedores de e-commerce são pequenos ou médios.

10 RESPOSTAS ESSENCIAIS PARA QUEM QUER ABRIR UMA LOJA VIRTUAL
10 RESPOSTAS ESSENCIAIS PARA QUEM QUER ABRIR UMA LOJA VIRTUAL

 

As lojas virtuais atraem muitos empreendedores iniciantes, por fatores como não precisar investir pesado em um ponto comercial e poder vender para qualquer cliente no mundo.

Porém, nada é tão simples no mundo dos empreendimentos próprios. No meio do caminho, surgem dúvidas sobre como escolher o melhor produto e organizar uma logística eficiente.

1 – Tenho de criar um site para ter uma loja virtual?

Os especialistas concordam que não é necessário ter uma loja virtual para começar a operar no ramo do comércio eletrônico. É bem possível começar sem ter de investir no desenvolvimento de uma plataforma própria.

“Há uma tendência muito forte de vendas em redes sociais. Facebook, Instagram e WhatsApp, por exemplo”, explica Diego Feldberg, Diretor de Produtos Digitais e Inovação da Cielo.

Essas redes servirão principalmente como canais de audiência para que a vende se concretize em marketplaces, explica Bruno de Oliveira, especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com.

“Uma postura ativa em redes atrairá um público interessado por aquilo que o empreendedor fala e, consequentemente, por aquilo que ele vende. O Facebook e o Instagram são ferramentas que devem ser usadas para gerar audiência, que então converterá em vendas no Mercado Livre, por exemplo”.

2 – Como decidir o que vender?

A decisão sobre qual produto ou serviço comercializar é, provavelmente, a mais importante na hora de criar uma loja virtual. Para escolher, Oliveira recomenda fazer um planejamento baseado em uma autoanálise das suas motivações.

“Saiba em qual nicho você quer atuar, pensando em qual público você quer atender. Isso irá, eventualmente, influenciar a escolha do produto final”, aconselha o especialista.

3 – Como formar meu preço de venda?

Depois da escolha do produto, um próximo desafio é saber quanto cobrar por ele. Oliveira recomenda olhar tanto para seus fornecedores quanto para sua concorrência.

“Faça pesquisa com os fornecedores e cote o preço pelos produtos que você quer vender. Ao mesmo tempo, faça um comparativo com os valores cobrados por sua concorrência. Lembre que seu produto não precisa ser o mais barato, mas é preciso ser competitivo, ao mesmo tempo.”

4 – Vendo o que muitos outros vendem. Como me diferencio?

Se você trabalha com produtos de supermercado, por exemplo, não tem muito como fugir: você acabará comercializando produtos que muitas outras lojas virtuais também oferecem. Esse é um fenômeno que Feldberg, da Cielo, chama de “commoditização” dos produtos no ambiente digital.

“O ponto aí é saber como diferenciar seu site dos outros, mesmo vendendo o mesmo produto. É muito importante que você saiba qual valor seu varejo agrega ao público-alvo”, explica o diretor.

“Na sua loja de refrigerantes, por exemplo, sua Coca-Cola pode chegar rápido, de forma gelada ou em grandes quantidades. Em uma loja de roupas, você pode dar dicas de lifestyle – entregando um valor além do produto tradicional. Agregue mais informação e serviços em volta do seu produto, que por si só é uma commodity.”

Para Feldberg, esse é um benefício do e-commerce: um negócio pequeno pode concorrer com um grande, se você entender seu cliente e qual valor você entrega a mais para ele.

5 – Posso entregar meu site na mão da equipe de TI?

Muitos empreendedores querem entregar a administração do site na mão de uma empresa de tecnologia da informação, preocupando-se apenas com atender os clientes ou selecionar novos produtos, por exemplo. Porém, uma loja virtual não é feita apenas de tecnologia.

“A partir do momento em que você assume uma loja virtual, você lida com um monte de métricas novas e precisa mudar seus processos”, afirma Feldberg, da Cielo. Por exemplo, conversão de clientes e origens de tráfego.

“O projeto do site deve ficar, também, com a área de negócios, já que é preciso entender o comportamento dos clientes. A loja virtual pede um nível de entendimento muito mais amplo do que apenas o tecnológico, já assumido pela área de TI.”

6 – De quanto estoque eu preciso?

Outro ponto que gera muita dúvida em empreendedor é a quantidade de estoque necessária para operar uma loja virtual. Para o especialista e-commerce Oliveira, é possível abrir um negócio desses muito poucos produtos – ou até mesmo nenhum estoque.

“Começar com estoque reduzido pode inclusive ser uma vantagem, pois simplifica a operação e diminui as chances de apostar em muitos produtos diferentes, que depois não tenham demanda”, afirma. ” Indico que, após escolher o nicho em que irá atuar, o empreendedor defina um produto inovador e com alta procura para ser seu carro-chefe”.

Os outros produtos podem ter um estoque “terceirizado”: é possível trabalhar com a pronta entrega do fornecedor, por exemplo. Quando uma venda é feita, o lojista virtual procura esse fornecedor, faz a compra e envia o produto para o cliente.

A negociação a prazo é outra opção para um e-commerce sem estoque. “Nesse modelo, o lojista adquire certa quantidade de produtos e só paga o fornecedor dali a 30 ou 40 dias. Assim, ele ‘trabalha’ com o dinheiro do parceiro e ganha tempo para vender os itens que foram comprados.”

7 – Como gerar visitas para minha loja virtual?

Não basta criar uma loja virtual: é preciso trabalhar para atrair visitantes ao seu site – e transformá-los em clientes. Para isso, há várias estratégias, afirma Oliveira.

“Para começo de conversa, sempre digo que é preciso cuidar da sua marca e criar uma ‘causa’ em torno dela. Há alguns caminhos para isso, como oferecer conteúdo de valor, publicando posts e gravando vídeos com dicas nos seus canais nas redes sociais; enviar e-mails com periodicidade; oferecer cupons de desconto para quem trouxer um amigo para a loja; enviar lembretes sobre produtos adicionados ao carrinho que não foram comprados, sobre alertas de promoções ou sobre itens que não estavam disponíveis na loja, mas agora já estão.”

8 – Como funciona a logística?

A logística é essencial para todo e-commerce: sem fazer boas entregas, uma loja virtual não sobrevive por muito tempo.

Segundo Oliveira, nove em cada dez lojas virtuais trabalham com os Correios: a grande maioria das lojas virtuais têm produtos adequados para envio por essa opção.

“Recomendo que você comece com o PAC, que é a encomenda normal dos Correios, e o Sedex, que é o serviço expresso. Não se prenda ao contrato com os Correios para começar a operação da sua loja virtual. Como o volume será baixo no início, você ainda não precisará se preocupar com isso”, afirma.

“Já quando alcançar um volume maior de envios, o contrato com os Correios será inevitável para seu e-commerce, pois irá baratear o seu frete, além de disponibilizar o e-Sedex, dependendo da sua localidade.”

O e-Sedex, diz o especialista, é uma modalidade própria para lojas virtuais. Por meio dela, o custo é muito mais baixo e o prazo de entrega é o mesmo.

9 – Eu tenho que já começar sendo global para me dar bem?

 

Segundo Feldberg, da Cielo, ter uma loja virtual que atende o mundo todo não é tão simples quanto parece.

“Os cartões internacionais possuem um índice de fraude mais alto, o que já pede ferramentas mais desenvolvidas de análise de risco”, pontua. “Além disso, é preciso conhecer protocolos de exportação e importação para cada país relacionado.”

 

O diretor recomenda olhar para o Brasil todo, antes de pensar em internacionalização. “Atender o mercado nacional de forma completa já aumenta muito o escopo de vendas e relacionamentos dos nossos clientes. O fato de ser global é menos relevante para o empreendedor inicial, por ser algo bem mais complexo.”

 

10 – Como lidar com trocas e devoluções?

 

Por fim, um último ponto que gera dúvidas em muitos futuros empreendedores digitais é a política de entrega, troca e devolução no comércio eletrônico.

 

Essas políticas devem ficar muito claras para o consumidor. “Exponha suas políticas de forma clara, defina prazos e estabeleça quem deve pagar o frete em caso de devolução ou troca. Tudo isso precisa estar 100% claro para o cliente”, alerta Oliveira.

 

Além disso, o especialista recomenda investir nos canais de atendimento ao consumidor – como chat online no site, Instagram, Messenger e WhatsApp -, que devem ser ágeis e eficientes. “É fundamental oferecer um bom atendimento aos compradores, antes, durante e após as vendas.”

 

 

 

 

5 MANEIRAS DE DESCOBRIR POR QUE VOCÊ É INFELIZ NO TRABALHO

Por: Forbes Brasil

 

5 Maneiras de Descobrir Porque Está Infeliz No Trabalho
5 Maneiras de Descobrir Porque Está Infeliz No Trabalho

Todos nós estamos em uma corrida infinita na busca pela felicidade. E há certos benefícios na carreira que nos ajudam a alcançar este objetivo. Em estudo foi descoberto que pessoas felizes são 30% mais produtivas e com salários 37% mais altos. No entanto, como saber o que realmente nos faz feliz na vida profissional?

 

Na maioria das vezes, nos preocupamos muito com qual carreira seguir. E, frequentemente, ouvimos conselhos como escolher aquilo que gostamos e “abraçar sua paixão”. No entanto, raramente os mais jovens sabem realmente o que amam fazer.

 

Você já decidiu ser feliz?

 
De acordo com Neil Pasricha, autor do livro “The Happiness Equation: Want Nothing + Do Anything = Have Everything” (“A Equação da Felicidade: Querer Nada + Fazer Qualquer Coisa = Ter Tudo”, em tradução livre), as pessoas pensam que, se fizerem um bom trabalho e se tornarem um grande sucesso, estarão satisfeitas.

Mas em sua pesquisa, Pasricha descobriu que a equação é, na realidade, ao contrário: se estamos felizes, faremos um bom trabalho e nos tornaremos bem-sucedidos. A felicidade vem primeiro – e não por último. 

“Uma vez, eu tive um trabalho do qual não gostava. Todas as noites, eu voltava para casa e contava para minha esposa tudo que estava me incomodando. Eu fiz entrevistas em várias outras companhias, esperando encontrar um novo trabalho. Mas, quando nenhuma delas deu certo, eu fui forçado a tomar uma decisão. Eu poderia continuar infeliz no meu trabalho atual ou poderia tirar o máximo daquela situação. Não foi fácil, mas quando eu tomei uma decisão pró-ativa, as coisas melhoraram rapidamente e novas oportunidades surgiram”, conta Nathan Tanner. “Isso pode ser contra-intuitivo, mas se você pensa que ter uma carreira de sucesso fará com que você seja feliz, você precisa mudar isso. A felicidade vem primeiro, e o sucesso na sequência. ”

 

Você está aprendendo e desenvolvendo?
Em seu livro “Flow: The Psychology of Optimal Experiences” (“Fluxo: A Psicologia das Experiências Ótimas”, em tradução livre), o psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi fala sobre a necessidade de combinar a quantidade certa de desafios com a quantidade certa de habilidades.

Se você tem desafios demais, você acaba frustrado. Se tem poucos, você entediado. 
“Quando estamos trabalhando em algo que vai além das nossas habilidades, podemos experimentar um estado genuíno de satisfação da consciência chamado ‘flow’ (‘fluxo’, em português). E quanto mais experimentamos esse ‘fluxo’ no trabalho, mais felizes nós ficamos”, diz Tanner. 

A dica do especialista é: pense no seu trabalho atual. Você é agitado ou você está inativo no seu desenvolvimento? Se você não está crescendo do modo que gostaria, o que você pode fazer para continuar aprendendo? “De acordo com a minha experiência, é muito difícil estar realmente satisfeito com o seu trabalho quando você está estagnado”, diz.

 

Você está aproveitando seus pontos fortes?

Enquanto muitas vezes nós focamos demais em desenvolver nossos pontos fracos, o guru do desempenho Marcus Buckingham argumenta que as pessoas com as melhores performances não focam nas suas deficiências, mas sim nos seus pontos fortes.

De acordo com ele, “os pontos fortes são as atividades no trabalho que fazem com que você se sinta realmente produtivo, energizado e engajado”. Não basta simplesmente ser bom em algo, você também precisa gostar daquilo que está fazendo. “Enquanto você pode não ter total autonomia sobre o seu cronograma, achar um meio de desenvolver ainda mais suas habilidades no ambiente de trabalho vai fazer com que você se sinta mais feliz”, ensina Tanner.

 

Você está rodeado de pessoas de quem gosta e respeita?
“Uma vez, eu fiz uma entrevista em um banco de investimentos e aprendi uma grande lição com um dos diretores gerais da companhia. Ele havia trocado o trabalho como capitalista de risco pelo banco e eu perguntei o porquê daquela mudança. Ele me respondeu que tinha descoberto que, em sua carreira, as pessoas com quem ele lida são extremamente importantes.

E que não importava o que estivesse fazendo, desde que estivesse cercado de boas pessoas”, lembra Tanner. “Eu acabei entrando no banco e, apesar das minhas responsabilidades diárias serem idênticas às da companhia anterior, eu estava muito melhor. Trabalhar com pessoas incríveis faz toda a diferença.”

 

Você gasta seu tempo com as coisas mais importantes?

 

O livro de Clayton Christensen, intitulado “How Will You Measure Your Life?” (“Como Você Vai Medir a Sua Vida?”, em tradução livre) oferece uma série de dicas para achar significado e felicidade na vida. Ele diz: “Você pode falar tudo o que quiser sobre ter um propósito claro e uma estratégia para a sua vida, mas, no fim, isso não significa nada se você não estiver investindo os recursos que você tem em um meio consistente com a sua estratégia”. 

Christensen argumenta que o fator mais importante para a felicidade no longo prazo são os relacionamentos que temos com nossa família e amigos. “Eu aprendi isso alguns anos atrás, quando trabalhava 80 horas por semana e quase não via minha esposa e meu filho de um ano. Eu dizia a mim mesmo que eles eram minha maior prioridade, mas eu continuava adiando as coisas que realmente importavam”, lembra o especialista. “Quando eu comecei a perceber o papel que esse comportamento tinha na minha infelicidade, eu comecei a procurar um novo emprego. E, alguns meses depois, eu estava em uma posição que me permitia passar mais tempo fazendo as coisas que eram mais importantes para mim.”

Se você respondeu não para qualquer uma das cinco questões, não se desespere. Às vezes, nós precisamos passar por períodos de frustração para alcançar nossos objetivos no longo prazo. E isso é mais difícil do que desistir.

 

Faça o que você puder para aprender e desenvolver suas habilidades, para reconhecer e fortalecer seus pontos fortes e para se cercar de boas pessoas.

 

Em vez de se conformar com um trabalho que não está te satisfazendo, veja quais das questões apresentadas você pode começar a responder “sim” – mesmo que você demore para chegar lá. Afinal, a vida é curta demais para odiar a sua carreira. Você deve a si mesmo fazer algo que gosta.

 

NANOFRANQUIA É OPÇÃO PARA INVESTIMENTOS DE ATÉ R$25 MIL REAIS 

Por Empreendedor.com

Nanofranquia
Nanofranquia

Recém-chegadas ao mercado brasileiro de franchising, as nanofranquias despontam como uma solução criativa para quem pretende investir no seu primeiro negócio. Com esse formato, é possível obter lucro de até R$ 5 mil por mês.

 

O investimento inicial para a operação é de até R$ 25 mil e o melhor: não obriga o franqueado a ter uma loja física. Isso porque, é possível comandar o negócio com poucas ferramentas e diretamente de casa por meio do modelo home based.

 

De acordo com o fundador e CEO da Flyworld Viagens – considerada a primeira microfranquia de turismo do Brasil –, Paulo Atencia, as nanofranquias buscam uma nova fatia no segmento. “O formato é uma adaptação à realidade econômica na qual vivemos nos últimos anos. Além disso, é ideal para quem quer realizar o sonho de ter o próprio negócio, já que disponibiliza opções de baixo custo para quem vai empreender”, afirma.

 

Muitas marcas brasileiras já oferecem opções de nanofranquias, especialmente as ligadas ao setor de serviços. “É o caso da Flyworld Viagens, por exemplo. Com apenas um computador com acesso à Internet e um telefone é possível administrar o negócio de qualquer lugar e ter uma boa rentabilidade”, explica Atencia.

 

Apesar do pequeno valor ser um dos maiores atrativos das nanofranquias, é necessário colocar em prática as dicas e as orientações da rede escolhida para o negócio dar certo. Entre elas, se dedicar integralmente para o sucesso do investimento, ter conhecimento prévio da área e um bom networking.

 

Paulo Atencia lista, abaixo, as vantagens das nanofranquias. Confira:

 

BAIXO INVESTIMENTO
Para abrir uma nanofranquia é preciso investir até R$ 25.500 mil. No caso da Flyworld Viagens, há opções a partir de R$ 15.500 mil.

 

POUCOS CUSTOS DE OPERAÇÃO
O negócio não exige ponto comercial, não há custos com transporte e não se gasta com tempo de locomoção entre a casa e o trabalho, já que é possível trabalhar em home based.

 

RÁPIDO RETORNO
Em média, independente de crise econômica, o franqueado consegue retorno rápido do valor investido. No caso da Flyworld Viagens, a média é entre seis e 12 meses.

 

NETWORKING
Rede de contatos é essencial em qualquer negócio. Em turismo, não é diferente, aliás, é fundamental para a consolidação do negócio. Amigos, parentes, conhecidos, indicados são o caminho do crescimento e das vendas constantes.

 

DEDICAÇÃO
Ao realizar o sonho de virar patrão, o nanofranqueado precisa ter foco na administração do seu negócio. Para isso, dedicação e determinação são as chaves do sucesso.